IMAGENS: NECESSÁRIAS,ÚTEIS E BENÉFICAS


Com efeito:

Tanto em Êxodo 20,4, quanto em Deuteronômio 5,8 consta o seguinte

“לא תעשׁה לך פסל וכל תמונה אשׂר בשׂמים ממעל ואשׂר בארץ מתחת ואשׂר במים מתחת לארץ “

A quarta palavra da direita para a esquerda encontramos a palavra “פסל” que se lê “FESEL” que, no hebraico, significa ÍDOLO. Nas traduções bíblicas encontramos quase sempre “IMAGENS DE ESCULTURA” ou “IMAGENS ESCULPIDAS”. Não está errado. Apenas devemos entender que não se trata de qualquer imagem e sim apenas como imagens de ídolos. É o que se entende quando lemos com cuidado todo o início do Decálogo em que podemos verificar facilmente que se trata de ídolos.

De forma alguma devemos aí incluir toda e qualquer imagem que Deus considera como necessárias, úteis e benéficas. Fosse o contrário, então Deus não teria:


1 – mandado fazê-las (Êxodo 25,18; Números 21,8)

2 – dado suas ordens ao povo falando do meio dos querubins de ouro (Êxodo 25,22);

3 – operado milagres através delas (Números 21,9; Êxodo 25,22);

4 – aprovado tais imagens, quando encheu com sua glória o templo de Salomão (que estava repleto delas “por dentro e por fora”) (Números 21,9; 1 Reis 8, 10-11; Êxodo 25,22);

5 – permitido que seus amigos o adorassem prostrados à frente delas (Josué 7,6)

 

INTERCESSÃO DOS SANTOS – IDOLATRIA


Os santos, depois desta, podem muito mais ainda que quando caminhavam conosco nesta vida. Eles receberam de Cristo o PODER de reinar, julgar e até de nos introduzir nos céus.1 – REINAM“… aqueles que receberam a abundância da graça e o dom da justiça REINARÃO na vida [eterna] por um só, que é Jesus Cristo!” (Romanos 5,17)

“Eis uma verdade absolutamente certa: Se morrermos com ele, com ele viveremos; se soubermos perseverar, com ele REINAREMOS” (II Timóteo 2,11-12)

“Cantavam um cântico novo, dizendo: Tu és digno de receber o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste imolado e resgataste para Deus, ao preço de teu sangue, homens de toda tribo, língua, povo e raça; e deles fizeste para nosso Deus um reino de sacerdotes, que REINAM sobre a terra” (Apocalipse 5, 9-10)

“Feliz e santo é aquele que toma parte na primeira ressurreição! Sobre eles a segunda morte não tem poder, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo: REINARÃO com ele durante os mil anos” (Apocalipse 20,6)

“Já não haverá noite, nem se precisará da luz de lâmpada ou do sol, porque o Senhor Deus a iluminará, e hão de REINAR pelos séculos dos séculos” (Apocalipse 22,5);

“Veio o primeiro: Senhor, a tua mina rendeu dez outras minas. Ele lhe disse: Muito bem, servo bom; porque foste fiel nas coisas pequenas, receberás o governo de dez cidades” (São Lucas 19,16-17)

2 – JULGAM

“… vós tendes permanecido comigo nas minhas provações; eu, pois, disponho do Reino a vosso favor, assim como meu Pai o dispôs a meu favor, para que comais e bebais à minha mesa no meu Reino e vos SENTEIS EM TRONOS, para JULGAR as doze tribos de Israel. (São Lucas 22,28-30)

“Não julgueis que vos hei de acusar diante do Pai; HÁ QUEM VOS ACUSA: Moisés, no qual colocais a vossa esperança” (São João 5,45)

“Ainda mais, o incircunciso de nascimento, cumprindo a lei, TE JULGARÁ que, com a letra e com a circuncisão, és transgressor da lei. (Romanos 2,27)

“O homem espiritual, ao contrário, julga todas as coisas e não é julgado por ninguém” (I Coríntios 2,15)

“Não sabeis que os santos julgarão o mundo?… ” (1 Coríntios 6,2

“Não sabeis que julgaremos os anjos?… ” (1 Coríntios 6,3)

“Vi também tronos, sobre os quais se assentaram aqueles que RECEBERAM O PODER DE JULGAR…” (Apocalipse 20,4)

3 – INTRODUZEM-NOS NO CÉU

“Eu vos digo: fazei-vos amigos com a riqueza injusta, para que, no dia em que ela vos faltar, eles vos recebam nos tabernáculos eternos.” (São Lucas 16,9).

SE LOUVAR, BENDIZER, GLORIFICAR, EXALTAR E HONRAR OS SANTOS FOR IDOLATRIA, ENTÃO O PRÓPRIO DEUS É IDÓLATRA…

Veja porque:

O próprio Deus é o primeiro a SERVI-LOS, LOUVÁ-LOS, HONRÁ-LOS e GLORIFICÁ-LOS :

1 – SERVE SEUS SANTOS 

“Bem-aventurados os servos a quem o senhor achar vigiando, quando vier! Em verdade vos digo: cingir-se-á, fá-los-á sentar à mesa e servi-los-á. (São Lucas 12,37)

2 – LOUVA-OS

“… é judeu o que o é interiormente, e verdadeira circuncisão é a do coração, segundo o espírito da lei, e não segundo a letra. Tal judeu recebe o louvor não dos homens, e sim de Deus. (Romanos 2,29)

“… cada um receberá de Deus o louvor que merece” (I Coríntios 4,5)

“… para que a prova a que é submetida a vossa fé (mais preciosa que o ouro perecível, o qual, entretanto, não deixamos de provar ao fogo) redunde para vosso louvor, para vossa honra e para vossa glória, quando Jesus Cristo se manifestar” (I São Pedro 1,7).

3 - HONRA-OS: (São João 12,26; Romanos 2,7; 2,10; I Timóteo 3,13; I São Pedro 1,7; I São Pedro 2,7 );

4 - GLORIFICA-OS: (São João 12,26; Romanos 2,7; 2,10; I Timóteo 3,13; I São Pedro 1,7; I São Pedro 2,7 )

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O Chamado ao Sacerdócio


SANTOS SACERDOTES

“Rezemos muito pelos sacerdotes; As suas almas precisam ser mais lúcidas e mais puras do que o cristal”. Santa Teresinha do Menino Jesus ,Doutora da Santa Madre Igreja

Padre quer dizer pai. Do Latim, pater/patris = pai – o padre é o pai da comunidade. Aquele que acolhe, ouve, aconselha, orienta, adverte, corrige, quando necessário e alimenta de esperança os fiéis. O padre também é conhecido como sacerdote, ou então, como presbítero.

O padre é sacerdote (em Latim, sacer = sagrado + dos = dom). Ele oferece a Deus o sacrifício da Eucaristia, memória da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. É presbítero (em Grego, presbíteros, significa ancião, idoso, experiente) porque como um irmão mais velho, orienta com sabedoria, seus irmãos mais novos, sempre buscando conduzi-los para a maturidade da fé.

Ser padre é uma abissal vocação. É o bom Deus que escolhe o seu servo no meio do povo, consagrado e devolvido ao povo para servi-lo através do sacramento da ordem, o sacerdócio ministerial.

Está escrito na Epístola aos Hebreus: “Todo sumo sacerdote é tomado do meio do povo e representa o povo nas relações com Deus, para oferecer dons e sacrifícios pelos pecados” (Hb 5,1).

O sacerdócio não é uma profissão, uma carreira, um teatro ou um status social ou político. Não é algo que só depende da decisão pessoal. Não é uma visão unilateral, não é uma vontade apenas racional e uma realização carnal. Ser padre é uma escolha de Deus, um chamado para o apostolado do Calvário ao Túmulo vazio.

Deus chama e capacita o padre para trabalhar em prol do seu Reino. O padre representa a face gloriosa de Cristo no mundo transfigurado pela dor e sofrimento.

Ser padre é um grande mistério que vai além da razão humana.

Para fazer com que os fiéis cheguem à maturidade da fé, os padres batizam. Perdoam os pecados através do sacramento da Penitência, são testemunhas da Igreja nos sacramentos do Matrimônio e da Unção dos Enfermos. Mas o mais importante é: a cada dia, os padres renovam o sacrifício de Cristo, a Eucaristia, alimento para sua vida e para a dos fiéis (Decreto Presbyterorum Ordinis, sobre o Ministério e a Vida doa Presbíteros, n°. 5).
A maior felicidade do mundo é o amor de Deus em nossos corações.

A maior graça do mundo é a nossa bendita salvação eterna e o maior tesouro do mundo para o padre é a sua vocação sacerdotal.

O escrito francês autor do Pequeno Príncipe Saint-Exupery disse: “O verdadeiro amor nunca se gasta. Quanto mais se dá mais se tem”.Este pensamento em relação ao padre e a missa podemos parafrasear assim: “O verdadeiro amor ao sacerdócio nunca se gasta. Quanto mais se dá pela Santa Missa, mais se tem”.
SACERDOTES SANTOS

“Se eu encontrasse um anjo e um sacerdote, primeiro saudaria ao sacerdote e depois ao anjo…”. São Francisco de Assis- O Santo do Amor e da Paz

O Papa São Pio X dizia: “Um padre santo faz o povo santo e um padre que não é santo, podemos chamá-lo não inútil, mas até de perigoso para o próximo”.

E o Papa Pio XI afirmou: “Que imenso benefício é para o povo um sacerdote santo! Queríamos dizer que o próprio Deus não pode conceder benefício maior do que dar ao povo um sacerdote santo, um sacerdote segundo o coração de Deus…”.

O Padroeiro de todos os sacerdotes do mundo, O Santo Cura d’Ars, exemplo de sacerdote e de serviço a Santa Madre Igreja, repetia a seu bispo: “Se quererdes converter vossa  diocese, será preciso tornar santos todos os vossos párocos”.

O Santo Cura de d’Ars, seu nome de batismo era João Batista Maria Viammey, nos deixou um conselho monumental: “A mais bela profissão do homem é amor e rezar”.

O Papa Bento XVI, antes de se dirigir para a terra natal de João Paulo II, em 26 de maio de 2005, no Mosteiro da Virgem Negra, considerada a Rainha da Polônia, dirigindo-se aos sacerdotes, disse que “o mundo e a Igreja precisam de sacerdotes santos” e,dirigindo-se de modo particular aos candidatos ao sacerdócio, fez um forte apelo, para que eles se deixassem “guiar por Maria e aprender de Jesus” e acrescentou: – “fixai-O, deixai que Ele vos forme, para que um dia sejais capazes, no vosso ministério, de ver quantos se aproximarão de Cristo por meio de vós”. Referindo-se à vida quotidiana do sacerdote, o Papa frisou: “quando tomais nas vossas mãos o Corpo eucarístico de Jesus, para d’Ele alimentar o Povo de Deus e quando assumis a responsabilidade por aquela parte do Corpo Místico, que vos será confiada, recordai a atitude de admiração e de adoração, que caracterizou a fé de Maria. Assim como Ela conservou o amor virginal pleno de admiração, também vós, ajoelhando-vos, liturgicamente, no momento da consagração, conservai no vosso ânimo a capacidade de admira-vos e de adorar”.

CONCLUSÃO

A dimensão da santidade sacerdotal está na consistência do amor a Cristo e a sua Igreja. Ter paixão e amor pelas almas perdidas. Ter amor pela pregação do Evangelho libertador de Jesus Cristo. A face do padre brilha o amor por todos.

O grande Doutor da Igreja Santo Tomás de Aquino afirmou com magistral sabedoria: “A santidade não consiste em saber muito, meditar muito, pensar muito. O grande mistério da santidade é amar muito”.

Oração, jejum, retiros espirituais, leitura da Sagrada Escritura, Liturgia das Horas, vida dos santos e a celebração da Santa Missa, são práticas para perfeição sacerdotal.

A renúncia, sacrifícios, sofrimentos, e solidão são vividos no amor e no exemplo de silêncio e do sim da Virgem Maria.

O território sacerdotal é bem vivenciado no carinho, no amor e na compreensão dos fiéis para o sacerdote com seus defeitos e virtudes. O sacerdote santifica a comunidade, tanto quanto ela santifica também o sacerdote.

O centro da santidade sacerdotal é a Santíssima Eucaristia, o livro principal para sua leitura de devoção piedosa é a Palavra Deus e o fundamento de um justo e salutar ministério sacerdotal são: a graça de Cristo, o amor de Deus e a unção do Espírito Santo.

Mensagem do mui digno Revmo BetoOfa (D.R),A Igreja Anglo Católica do Brasil


MENSAGEM DO MUI ILUSTRE REPRESENTANTE ARCEDIAGAL (SUL-SUDESTE)DA D.R ,REVMO BETO OFAC AO ILUSTRE E MUI DIGNO ARCEBISPO PRIMAZ ANGLO CATÓLICO DOM++LUCAS MACIEIRA E AO REVERENDO RENATO SUHETT,EM PLENA COMUNHÃO DO ESPÍRITO SANTO :

Revmº Bispo Sagrante, Dom ++ Lucas Macieira, demais Remºs Bispo, Reverendos Presbíteros Diáconos, irmãos e irmãs em Cristo. Graça, Paz e Bem sejam com todos. Em nome do Arcediagado Sul-Sudeste (Igreja Anglicana – Diocese do Recife), saudamos e parabenizamos A Igreja Episopal Latina do Brasil, seu Arcebispo e Bispos, bem como a todas as Paróquias e comunidades pela Ordenação ao Presbiterado do Rev. Renato Suhett+, digno Ministro de Jesus Cristo, pleno dos dons do Santo Espírito para a realização da atrefa para a qual está sendo ordenado. Rogando a Deus as mais ricas bênçãos celestiais sobre esta Igreja, sua Assembléia reunida e sobre o ordinando, subscrevo-me, fraternalmente, na fé na esperança e no amor. Ven.Rev. Carlos Alberto Chaves Fernandes+, ofa (Arcediago do Sul-Sudeste, 1ª Região Eclesiástica, Igreja Anglicana – Diocese do Recfie).

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Sobre o convite expresso e extensivo de Monsenhor Dom++Lucas Macieira aos clérigos independentes.


Sobre o convite expresso e extensivo de Monsenhor Dom++Lucas Macieira a todos os clérigos autocéfalos independentes:
Sabemos que a vida clerical e ministerial implica em muitas dificuldades e ,as vezes,em inexorável e consequencial afastamento e desinclusão socio-clerical.Assim,o ministro se vê,muitas vezes,afastado de um corpo clerical,de amigos e companheiros que com ele possam compartilhar de suas lutas,dores,sofrimentos e alegrias.A Bíblia nos ensina e admoesta da necessidade de congregar-nos(Hb.10:25) e estimularmo-nos ao amor e boas obras.Muitos não sabem da “solidão pastoral”,daquele que atende,ora e aconselha a muitos,mas,quando precisa,como ovelha,irmão e membro do Corpo,ser ouvido e/ou,simplesmente,conversar,não tem ninguém a quem possa confiar,confessar,trocar idéias,ou ainda simplesmente ,conversar com alegria e sem as exigências da formalidade clerical que as situações diversas nos impõem.
Sendo assim,reiteramos o convite a a nossa destra de comunhão a todos os DIÁCONOS,PADRES,REVERENDOS,PRESBÍTEROS E BISPOS que se encontrem sozinhos,em solidão de amigos e sem comunhão de pares,a que nos procurem com liberdade.Lembrando que respeitaremos sempre a sua estatura hierárquica e posição ministerial no Corpo.(Ou seja,em palavras claras:não exigimos nem exigiremos jamais um “rebaixamento” da sua função e posição eclesiástica e /ou nomeada,sendo as vias legitimamente históricas e de caráter sucessional apostólico(sucessão apostólica),sendo estas Romanas,Ortodoxas,Anglicanas,Luteranas ou continuantes.
Vemos neste ato de verdadeiro Amor de Cristo e autêntica praxis da fé,um cumprimento da vontade do Senhor Jesus que ora por nós em Jo.17 para que sejamos um,nEle e no Pai.(vers.21).Outrossim,parabenizamos e nos alegramos com esta disposição de nosso amado Arcebispo Dom++Lucas Macieira e nos sentimos felizes de sermos um minúsculo grão de areia neste Clero.
Ao que nos concerne,aqui estamos para servir a todos os irmãos..em Cristo,Senhor e Salvador nosso.Paz e Bem!
Seu irmão e companheiro,
Rev.Renato Suhett+(OFAC)
Delegado primacial para assuntos internacionais e Nacionais
MCCD(Movimento de Convergência cristã e Diálogo)
 

Seminário O Casamento e Igreja parte 1( Rev.Renato Suhett+ OFAC)


Aula de Doutrina 2 : Idolatria e Imagens(+Rev.Renato Suhett.OFAC)


Entre em nossa Igreja Anglo Católica e..vamos conversar..(+Rev.Renato Suhett,OFAC)


Quando andamos pelas ruas de nossa cidade, ou quando viajamos pelas estradas de nosso país, encontramos os mais variados símbolos, representando alguma coisa: um produto, uma mensagem, uma informação. São placas de trânsito, painéis de propaganda, anunciando produtos e serviços, como restaurantes, hotéis, lojas, fábricas, repartições e obras públicas, diversões e tantas outras coisas. Encontramos também placas e cartazes indicando igrejas, algumas bem conhecidas, dando boa acolhida ao viajante. Esses cartazes, painéis e símbolos nos lembram que Deus está presente em nossas vidas e em nossa viagem. Eles também nos lembram que existem comunidades de pessoas, grandes ou pequenas, que se reúnem regularmente naquele lugar. Uma dessas comunidades é a Igreja Episcopal Anglo Católical. Se deseja conhecer essa igreja, você está convidado a entrar e fazer as suas perguntas. 

1. Seja bem-vindo à Igreja  Anglo Católica. O que significa isso? 

2. O que significa a palavra “episcopal”? 

3. Qual é o significado da Igreja? 

4. O que quer dizer “bem-vindo”? 

5. Quem é bem-vindo? 

6. O que é que celebramos? 

7. Por que celebramos juntos? 

8. O que é Tradição? 

9. O que são as Santas Escrituras? 

10. O que é o Livro de Oração Comum? 

11. O que são os Sacramentos? 

12. Quem são os ministros da Igreja? 

13. Posso também ser ordenado? 

14. O que quer dizer Razão? 

15. Em que os episcopais anglo católicos acreditam? 

16. Como surgiu a Igreja Anglo Católica Brasil? 

17. Quando a Igreja Episcopal Anglo católica chegou ao Brasil? 

18. Quantos membros tem a Comunhão Anglicana? 

19. Qual é a missão da Igreja  Anglo católica? 

20. Como posso me filiar? 

21. Qual é o objetivo desse caminho? Por que estamos nele? 

1. Seja bem-vindo à Igreja Episcopal Anglicana. O que significa isso? 

R. Significa que você será sempre bem recebido em qualquer comunidade da Igreja Episcopal Anglicana e que está sendo convidado para fazer parte dela. Os símbolos e painéis geralmente trazem informações sobre os dias e o horário dos cultos ou outras atividades especiais. Essas informações são uma lembrança de que você nunca estará longe de uma igreja, ainda que não a conheça. 

2. O que significa a palavra “episcopal”? 

R. Significa que nossa igreja é governada por bispos. A palavra episcopal vem do grego episcopé, que significa “supervisão”. Cada igreja ou paróquia pertence a uma determinada área administrativa e geográfica, denominada diocese. A diocese é dirigida e supervisionada por um bispo. O conjunto das dioceses (ou distritos missionários) formam a igreja toda em um determinado país. Na Comunhão Anglicana, o conjunto das dioceses se chama província. A província é dirigida e supervisionada por um bispo especialmente eleito, chamado bispo primaz ou bispo presidente. O bispo é um clérigo elevado ao episcopado. Os presbíteros são diáconos elevados ao presbiterado. Os diáconos são pessoas leigas que se prepararam para receber o diaconato, a primeira ordem do tríplice ministério.

Entretanto, todos os membros da igreja participam do ministério e da administração da comunidade eclesial. O órgão administrativo e legislativo da Igreja Episcopal Latina do Brasil,Anglo Católica, é o Sínodo, que é formado por duas câmaras: a Câmara dos Bispos e a Câmara dos Presbíteros e Leigos. A primeira é formada por bispos e a segunda por clérigos e leigos eleitos pelas dioceses. O Sínodo se reúne a cada três anos. O Conselho Executivo executa as decisões do Sínodo. 

3. Qual é o significado da Igreja? 

R. A palavra Igreja vem do latim ecclesia, que significa assembléia do povo de Deus, o lugar onde o povo se reúne. A igreja é o lugar onde o povo adora, ora, canta e celebra os sacramentos juntos. A Igreja é o próprio povo, participando, adorando, orando, cantando e celebrando. Todas as pessoas batizadas são membros da Igreja de Deus. 

4. O que quer dizer “bem-vindo”? 

R. Significa que as pessoas que buscam um lugar na Igreja Episcopal Anglicana do Brasil são sempre bem recebidas. O ato de procurar e buscar é uma parte importante na vida desta igreja. Por isso, você vai encontrar pessoas nos bancos da igreja que têm mais perguntas do que respostas. A igreja faz questão que as pessoas procurem os seus líderes e perguntem sobre os fundamentos da Igreja. Esses fundamentos estão baseados nas Escrituras, na Tradição e na Razão. Todas as pessoas que têm perguntas sobre quem é Deus e como Deus atua em nossas vidas vão encontrar respostas na Igreja Episcopal Latina do Brasil,Anglo Católica, e compartilhar dúvidas e jornadas. 

5. Quem é bem-vindo? 

R. Todas as pessoas são bem-vindas. Você é bem-vindo, porque você é uma pessoa especial, não importa sua idade, a língua que fala, o sexo que tem ou o lugar onde nasceu, mora ou trabalha. A Igreja Episcopal Anglicana recebe sempre com muito prazer qualquer pessoa. A liturgia da Igreja Episcopal Anglicana é realizada em quase todos os idiomas conhecidos do mundo: nas igrejas, em colégios, em navios e nas forças armadas. Você também pode encontrar membros dessa igreja celebrando antes de iniciar uma maratonas ou depois de um jogo de futebol ou outro esporte qualquer, como os jogos olímpicos, por exemplo. 

6. O que é que celebramos? 

R. Celebramos o amor de Deus, que se manifestou na vida, na morte e na ressurreição de Jesus Cristo. Nós acreditamos que Jesus morreu para nos salvar, para nos trazer vida nova em Deus. Recordamos e celebramos isso juntos, reunidos em comunidade, por meio da adoração, da oração e dos sacramentos. O principal ato de adoração na Igreja Episcopal Anglicana é a celebração da Eucaristia, também chamada de Santa Comunhão ou Ceia do Senhor. 

7. Por que celebramos juntos? 

R. Celebramos juntos porque Jesus nos chama em comunidade. Celebramos juntos porque Jesus reuniu um grupo de discípulos e, antes de sua morte, ordenou que fossem fazer discípulos em qualquer parte da superfície da terra. Jesus também pediu que as pessoas se amassem umas as outras, assim como somos amados por Ele. Dessa maneira, ficamos sabendo que viver de maneira cristã é viver uma vida de relação de uns com os outros e com Deus. 

8. O que é Tradição? 

R. Tradição é o registro de tudo aquilo que a Igreja acredita que foi formado ao longo do tempo. As tradições mais importantes nas igrejas episcopais anglicanas são o uso do Livro de Oração Comum e a Administração dos sacramentos, especialmente o Batismo e a Eucaristia. Tradição também significa a forma como adoramos e louvamos a Deus, a liturgia, a música de nossos hinários e os Credos, que recitamos como partes integrantes de nossa adoração e fé. Por meio dessas múltiplas formas, as verdades mais importantes de nossa fé são mantidas vivas e transmitidas de geração em geração. 

9. O que são as Santas Escrituras? 

R. As Santas Escrituras, também chamada Bíblia, contém a história da relação de Deus com seu povo. A Bíblia está dividida em duas partes: o Antigo Testamento e o Novo Testamento. O Antigo Testamento é a história da promessa de Deus de fazer do povo de Israel uma grande nação. O Novo Testamento é a história de uma nova relação com Deus revelada em Jesus Cristo. Tanto o Antigo como o Novo Testamento expressam a resposta do povo de Deus, os questionamentos, as experiências, as dúvidas, a esperança, o amor, a fé e a obediência. Tudo isso faz parte de uma permanente relação de Deus com os homens e com o mundo. 

10. O que é o Livro de Oração Comum? 

R. É o livro que contém as orações e as liturgias que fazem parte da vida de adoração e de louvor, que os membros da Igreja Episcopal Latina do Brasil,Anglo Católica, compartilham uns com os outros. Esse livro contém também muitos documentos históricos, como o calendário eclesiástico, o catecismo (declaração daquilo em que acreditamos) e o lecionário (as leituras bíblicas usadas na liturgia). O Livro de Oração Comum funciona como um elo que une os anglicanos em todo o mundo. O primeiro Livro de Oração Comum apareceu em 1549, na Inglaterra. Você encontrará esse livro em qualquer Igreja Episcopal e poderá acompanhar qualquer ofício por meio dele. 

11. O que são os Sacramentos? 

R. Os sacramentos são definidos no Livro de Oração Comum como “sinais externos e visíveis de uma graça espiritual e interna, dada por Cristo como garantia pela qual recebemos esta graça”. Isso significa que reconhecemos a ação de Deus sustentando nossas vidas. E por meio dos sacramentos participamos desse poder que nos sustenta e salva. Os dois principais sacramentos na Igreja Episcopal Latina do Brasil,Anglo Católica, são o Santo Batismo e a Santa Eucaristia. No Batismo, somos iniciados numa nova vida em Cristo. Na Santa Eucaristia, recordamos e celebramos a vida, a morte e a ressurreição de Jesus. O Batismo acontece uma só vez na vida de uma pessoa. A Eucaristia é celebrada pelo menos uma vez por semana. Existem outros ritos tradicionais da Igreja, conhecidos como sacramentos menores, mas de natureza também sacramental. São eles: a Confirmação(crisma), a Ordenação ao Ministério, o Santo Matrimônio, a confissão  e a Unção dos Enfermos. 

12. Quem são os ministros da Igreja? 

R. Todas as pessoas batizadas na Igreja Episcopal Latina do Brasil Anglo Católica são consideradas ministros. No batismo, somos feitos membros do laicato e por isso temos o compromisso de levar nossa fé ao mundo e praticá-la na Igreja. Existem três ordens de ministros: diáconos, presbíteros e bispos. Essas ordens são reconhecidas desde os primeiros anos da Igreja e exigem formação e preparação especiais para as pessoas que são chamadas para esse ministério. Os diáconos assistem aos presbíteros no trabalho paroquial e ao bispo no trabalho diocesano, exercendo um ministério especial de serviço. Os diáconos têm funções especiais na liturgia, como ler o evangelho, despedir a congregação, mas não podem celebrar a eucaristia ou proferir a absolvição de pecados. Os presbíteros são ordenados para serem líderes de paróquias e congregações, onde ensinam e dirigem tanto administrativa como espiritualmente. Os presbíteros têm também deveres especiais, como batizar, casar, celebrar a eucaristia, pronunciar a absolvição de pecados e conduzir os principais ofícios da Igreja. Os bispos, que já foram mencionados acima, têm deveres especiais de supervisão e de cuidado pastoral para com o clero e leigos, que trabalham e adoram na sua diocese. 

13. Posso também ser ordenado? 

R. Isso é uma possibilidade. Em princípio, o ministério ordenado está aberto a qualquer pessoa. As dioceses têm normas e procedimentos especiais para ajudar as pessoas, que se sentem chamadas ao ministério ordenado, a compreender melhor esse santo chamado. O ministério ordenado é sucessivo, isto é, uma pessoa não pode ser ordenada ao presbiterado sem antes ter sido ordenada ao diaconato. Da mesma forma, uma pessoa não pode ser bispo sem antes ter sido ordenada ao presbiterado. Qualquer pessoa ordenada, seja homem ou mulher, pode casar e ter filhos. A Igreja Episcopal Latina ,Anglo Católica, também aceita e reconhece aquelas pessoas que se sentem chamadas à vida religiosa, como monges e freiras, que vivem em comunidade e podem usar ou não roupas especiais. Essas pessoas são também chamadas de “religiosos”. Os religiosos fazem votos de castidade, pobreza e obediência e vivem uma vida de oração e de serviço. Alguns religiosos são também ordenados clérigos. 

14. O que quer dizer Razão? 

R. Razão significa que temos a capacidade de reconhecer que Deus está sempre agindo no mundo, que valorizamos o intelecto que Deus nos deu. Usamos a razão e a reflexão para compreender melhor a vontade e os propósitos de Deus. No contexto das Escrituras e da Tradição, lidamos com essas questões para viver em harmonia com a terra, reconhecendo que não existem respostas fáceis. Por isso, podemos encontrar muitos episcopais anglicanos que discordam da forma de interpretar as Escrituras ou de resolver questões sociais. Acreditamos que a fé cristã inclui nossas mentes e nossos corações. Podemos encontrar hoje muitos membros da Igreja Anglo Católica, especialmente nos Estados Unidos, na Inglaterra, no Canadá e até no Brasil, que são cientistas, historiadores, filósofos, pesquisadores, teólogos, escritores, líderes comunitários, porque acreditamos que desenvolver a capacidade de pensar criticamente também aumenta a capacidade de conhecer melhor a Deus, o mundo e a natureza. 

15. Em que os episcopais Anglo Católicos acreditam? 

R. Os episcopais anglo católicos acreditam no Deus trino (Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo) que nos criou, que nos redime e que nunca nos abandona. Isso significa que Deus é a fonte de toda a vida. Por meio da vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo, nossos pecados foram perdoados e nossas vidas foram colocadas em estreita união com Deus. Significa também que o amor de Deus está presente no mundo e em nós sempre. Acreditamos na Igreja como o Corpo de Cristo, que é santa, católica (universal) e apostólica, continuando a transmitir os ensinos de Jesus de geração em geração, desde os tempos dos apóstolos até os nossos dias. O Credo Niceno e o Credo Apostólico, que encontramos no Livro de Oração Comum, e que são recitados todos os domingos em nossa liturgia, definem as nossas crenças. Explicações mais específicas das crenças dos episcopais anglicanos podem ser encontradas no Catecismo ou nas definições da fé, que também estão no Livro de Oração Comum. 

16. Como e quando surgiu a Igreja Anglo Católica ? 

R. A Igreja Episcopal Anglo Católica do Brasil descende da Igreja Episcopal dos Estados Unidos, que descende da Igreja da Inglaterra, que descenda da Igreja Primitiva, que descende de Jesus. A sagração de bispos vem desde os tempos dos primeiros discípulos e seguidores de Jesus. A Igreja da Inglaterra, que nasceu autônoma no início do século III, foi incorporada à Igreja de Roma, no final do século VI, pela missão de Santo Agostinho, mas se desmembrou da tutela papal, no século XVI, mas sem rejeitar sua origem católica e apostólica. Essa privilegiada condição fez com que a Igreja da Inglaterra se desenvolvesse como a via média entre as igrejas protestantes e a Igreja Católica Romana. Nesse sentido, as igrejas da Comunhão Anglicana são  católicas e apostólica,mas não romanas e conservam tradições encontradas desde o começo do Cristianismo. 

18. Quando a Igreja Episcopal Anglicana chegou ao Brasil? 

R. Foi trazida para o Brasil por dois missionários americanos em 1890: James Watson Morris e Lucien Lee Kinsolving. Eles começaram o trabalho de evangelização em Porto Alegre, convertendo muitas pessoas. No ano seguinte, vieram William Cabell Brown, John Gaw Meem e Mary Packard. Logo contaram com a colaboração dos brasileiros Américo Vespúcio Cabral, Vicente Brande, Antônio Machado Fraga e Boaventura de Souza Oliveira. Eles começaram uma nova igreja, trabalhando junto ao povo, baseados nos mesmos princípios da Igreja dos Estados Unidos, da Igreja da Inglaterra e da Igreja dos tempos dos apóstolos. As igrejas episcopais anglo católicas são igrejas que se autogovernam, mas mantém uma relação baseada na fé comum, na Tradição, na História Cristã e no uso do Livro de Oração Comum, com a Igreja da Inglaterra e com as outras 37 províncias anglicanas espalhadas em 165 diferentes países do mundo. Todas as igrejas que pertencem a essa tradição formam a Comunhão Anglicana. 

19. Quantos membros tem a Comunhão Anglicana? 

R. A Comunhão Anglicana tem atualmente mais de 70 milhões de membros em todo o mundo. Embora não seja a maior denominação religiosa mundial, a Comunhão Anglicana forma a maior família de igrejas cristãs do mundo. Na verdade, os ramos que hoje mais crescem podem ser encontrados na África e na Ásia, fazendo partes de uma grande família universal de igrejas. No Brasil, a maior parte está no Rio Grande do Sul, onde começou, mas hoje está crescendo muito no norte , nordeste e sudeste

20. Qual é a missão da Igreja Episcopal Latina do Brasil,Anglo Católica? 

R. A missão de qualquer igreja é buscar a Cristo e servir aos outros. Fazemos isso por meio do ensino, do trabalho e do viver segundo as nossas crenças e convicções. A missão da Igreja Episcopal Anglo Católica é seguir esse plano, conservando sua tradição e vivendo em harmonia com as outras igrejas cristãs. Fazemos isso participando do Conselho Mundial de Igrejas, do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs e de outros organismos ecumênicos, promovendo relações fraternas com irmãos e irmãs de outras igrejas e buscando o entendimento com pessoas de outras crenças não cristãs em todo o mundo. 

21. Como posso me filiar? 

R. Vá a uma igreja episcopal Latina do Brasil,Anglo Católica, mais próxima de sua casa e converse com o pároco. Se já foi batizado, mostre seu interesse em ser recebido na Igreja Anglo Católica. Se ainda não recebeu o batismo, também encontrará ajuda para ser preparado para receber este ofício de iniciação cristã.Você poderá também entrar em contato com o Monsenhor Reverendo Renato Suhett(OFAC),através de seu email pessoal: renatosuhett@terra.com.br

De qualquer forma, você será sempre convidado para se juntar a nós e adorar conosco a qualquer tempo. Procure os cartazes e os símbolos que nos distinguem e entre. Você vai encontrar pessoas que vão lhe dar as boa acolhida e convidá-lo para fazer parte da nossa comunidade. Afinal de contas, estamos todos no mesmo caminho, buscando alguma orientação, questionando e ajudando uns aos outros. 

22. Qual é o objetivo desse caminho? Por que estamos nele? 

R. Deus nos chama. Deus é o nosso caminho. Deus é o nosso destino. Ele é o veículo que nos dirige e a energia que nos sustenta. Estamos em uma viagem. Nós e todas as pessoas que caminham conosco aprendemos muito durante esse caminhar com Deus, que é a vida. Venha caminhar conosco. A Igreja Episcopal Latina do Brasil,Anglo Católica, lhe dá as boas-vindas. Você vai encontrar os símbolos e cartazes desse convite em muitos lugares 

Escrito por Monsenhor +Rev.Renato Suhett,OFAC(Delegado primacial para assuntos internacionais e intercomunhão cristã.Diretor do MCCD(movimento de convergência cristã e diálogo) e reitor da OFAC(Ordem Franciscana Anglo Católica).

Você pode conhecer mais da Igreja Anglo Católica do Brasil através da Web Tv A VOZ DA FÉ,A VOZ DA CONVERGÊNCIA CRISTÃ E DIÁLOGO.Basta clicar aqui: http://www.tvavozdafe.com

+Rev.Renato Suhett responde: E as Vestimentas Anglo Católicas?


VESTES EPISCOPAIS

Uma pergunta sempre constante é se os anglo-católicos usam ou não as mesmas vestimentas dos católicos romanos.Evidentemente que temos sim, a mesma liberdade de usá-las, visto que reconhecemos nossa “linhagem” romana, antes da separação de Roma e da Igreja da Inglaterra, que foi uma separação histórica, mas não rompendo alguns laços como a liturgia. Nosso movimento, baseado no Movimento de Oxford, sobretudo, visa restaurar ao menos na liturgia os aspectos comuns ou aproximá-los o mais possível.É comum que possamos usar os mesmos trajes, nosso clero, de acordo com a ocasião ou cerimônia, tem liberdade de escolha, entre trajes católicos ou anglicanos, mas também aqui quisemos divulgar a riqueza anglicana tradicional.Vejam que os paramentos são simples! Mas extremamente bonitos. Os Bispos, usam o vermelho, como tonalidade principal, o clero usa outros tons. Há aqueles que preferem adotar também as estolas coloridas, semelhantes às dos católicos romanos, ou uma mesma estola, multi-colorida, válida para todos os ritos.Os bispos usam ainda a Mitra, tal qual os católicos, o solidéu (um chapeuzinho pequeno no alto da cabeça), conduzem o rebanho com o báculo, principalmente nas solenidades e usam o anel episcopal, que simboliza o compromisso de fidelidade com o Cristo e com a Igreja.Seja como for, anglicanos ou católicos ou ainda anglo-católicos, o importante é que em nossas Igrejas e comunhões internacionais haja um compromisso com a “liberdade”, de culto, consciência e expressão.Jesus Cristo tem uma missão de acolhimento e respeito a cada pessoa, visto que Ele mesmo nos disse: “Os que vierem a mim, eu não os rejeitarei”.

Esclarecimento sobre ANGLO-CATÓLICOS(+Rev.Renato Suhett,OFAC)


Amados,respondendo a irmãos que não conseguem entender o fato de um Anglicano se católico,postei este comentário e resposta em meu perfil Renato Suhett PerfilLotado.Como creio,humildemente,que possa ser esclarecedor,gostaria de repassar para trazer um esclarecimento que considero muito necessário.PAZ E BEM!
Todas as Igrejas Cristãs são católicas; O termo católico significa “universal”,ou seja é uma Igreja que vai para todo mundo e todas as nações,cumprindo a grande comissão de Nosso Senhor Jesus Cristo.Anglicano,como é sobejamente conhecido,é o meio e modo no qual servimos a Deus dentro da comunhão Anglicana.Da mesma forma ,um assembleiano,batista,poderia dizer : sou católico,neste sentido.Católico não significa,obrigatoriamente,ROMANO.Talvez esta seja o motivo das vossas (???????).Espero ter esclarecido.Nosso País sofre de uma crise se desconhecimento destes termos,portanto entendemos e e sabemos ser normal tal questionamento.Aliás,devido a nossa “gene” protestante,nós bralileiros desenvolvemos uma fobia ao catolicismo,ou seja,como diz o Bispo Walter Macalister em seu livro “O Fim de Uma Era”,no Brasil,temos mais ANTI-CATÓLICOS do que NÃO CATÓLICOS.É uma fobia natiral de quem foi colonizado e evangelizado por romanos e depois se volta para o confuso e sem identidade “evangelicalismo”ou “protestantismo brasileiro.Há um “rechazo” a tudo que seja CATÓLICO por parecer ,ao brasileiro,ser ROMANO.Nos E.U.A não é assim,muito menos na Europa…Esta deformação acontece mais no Brasil e países,em geral,latinos,por pura falta de um conhecimento mais amplo da questão.Deus seja com vosso espírito,espero ter podido esclarecer e ajudar em alguma informação,amados.Paz e Bem!
 

Read more: http://www.bisporenatosuhett.com/2012/04/esclarecimento-sobre-anglo.html#ixzz1uOeJwIsP

O Que é Anglo-Catolicismo? Como começou?(Movimento de Oxford)


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

movimento de Oxford foi um movimento religioso de anglicanos da Alta Igreja, a maior parte deles membros da Universidade de Oxford, na primeira metade do século XIX. O principal ponto defendido pelo movimento era demonstrar que a Igreja Anglicana era uma descendente direta da Igreja estabelecida pelos apóstolos. Dois grandes líderes do movimento eram Edward Bouverie Pusey e John Henry Newman. O movimento de Oxford influenciou os assim chamados anglo-católicos na sua compreensão do anglicanismo.

Origem e Desenvolvimento

O movimento de Oxford, foi um movimento de renovação espiritual no Anglicanismo. A situação da Igreja Anglicana na época em que o movimento começou (1833) era realmente triste. Na Inglaterra, a igreja estava em estagnação espiritual . O metodismo, que havia sido uma oportunidade de renovação também iniciado em Oxford, havia sido severamente punido pelos bispos, e se converteu em uma nova igreja. Os não-conformistas (batistas, presbiterianos, metodistas) cresciam em números, enquanto a Igreja Anglicana servia em grande parte unicamente para prover batismos e casamentos. Nos Estados Unidos, a igreja estava lutando para se recuperar das grandes perdas, visto que muitos a viam como resquício do colonialismo inglês.

Em 1830 governo britânico determinou a redução do número de bispos na Irlanda, onde apenas a elite era anglicana. O povo irlandes, após anos de resistência, havia permanecido católico romano. Esse fato levou ao protesto um grupo de alunos de Oxford, que viam em tal ato o ápice da apostasia da Igreja. Estudando as obras dos grandes teólogos anglicanos dos séculos anteriores, especialmente os teólogos carolinos (Caroline Divines) do século XVII, e os Pais da Igreja, foi possível a eles descobrir que muitas das práticas abolidas na Reforma Inglesa do século XVI, por serem consideradas Romanistas ou Papistas eram, na verdade, práticas da Igreja Primitiva (como exemplo, a Eucaristia, a tradição, etc.). Uma das mais importantes conclusões a que chegaram foi a de que o Anglicanismo não era uma Religião Estatal, sob a tutela do Rei. Aliás, isso é o que queriam provar, a fim de mostrar que o Rei não tinha o poder de nomear ou retirar bispos, criar ou extinguir dioceses. Os tractarianos reafirmavam que a Igreja Anglicana, apesar da Reforma, havia mantido a essência de sua catolicidade (Episcopado, Credos, sacramentos, etc.) e que herdara as tradições da Igreja Celta que havia se estabelecido nas Ilhas Britânicas independentemente de Roma, até o século VII. Eles eram chamados tractarianos, pois um método de evangelismo que utilizaram era a publicação de panfletos (“tracts”). Nesses panfletos, eles buscavam informar o povo da catolicidade de sua Igreja e tratavam de vários assuntos. Esses panfletos se baseavam nos próprios teólogos carolinos e nos Pais da Igreja. A época, a Patristica e os Caroline Divines haviam sido esquecidos, e o pensamento calvinista moderado havia tomado conta da mentalidade da Igreja (curiosamente, o mesmo tipo de pensamento contra o qual os teólogos carolinos do século XVII haviam lutando). Os principais pontos da Pregação dos Tractariana enfatizavam a regeneração batismal, a presença real e substancial de Cristo na Eucaristia, a herança do Livro de Oração Comum, a Igreja Anglicana como parte integrante da Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica, etc.

Críticas

A reação do grupo evangelical não foi das melhores. A Ala Evangélica detinham o poder e o controle da Igreja à época, e viriam a brigar no plano político, exigindo ações do governo para silenciar e expurgar as vozes dos tractarianos. Depreciavam os tratadistas chamando-os de “papistas” e “romanistas”. Foi nesse contexto, que Newman escreveu o mais polêmico dos panfletos – o Tract 90, que buscava mostrar ser possível consolidar os 39 artigos com a doutrina católica (universal), salientando a diferença que há entre a doutrina romana( papista) e a doutrina católica (=universal). Em todo caso, a perseguição a ele após tal panfleto foi tão grande que ele se convenceu que não havia possibilidade de restaurar a catolicidade na Igreja da Inglaterra e passou a contemplar a idéia de sair dela. Sua conversão (e de alguns outros) a Roma marcou o fim da primeira fase do Movimento de Oxford.

Legado e Contribuição

Indutavelmente o maior Legado do Movimento de Oxford foi ter definido a Igreja Anglicana como um dos ramos históricos da única Igreja Católica. Segundo os Tratadistas, a única e verdadeira Igreja fundada por Jesus Cristo, a Igreja Católica (Universal), havia se fragmentado devido a razões históricas e teológicas em 3 grandes ramos: o Romano, o Ortodoxo e o Anglicano. Em sua continuidade,a segunda geração tractariana constituiu o movimento conhecido como “Ritualismo” que influenciou largamente todas as correntes anglicanas. Seus reflexos mais importantes deram-se na Liturgia através recuperação dos Antigos Ritos Ingleses (Rito de Sarum e York), no canto litúrgico tradicional (velhas melodias e canticos litúrgicos medievais traduzidos e adaptados para o inglês contemporâneo), o uso dos Missais, das vestes litúrgicas, o culto elaborado e o cerimonialismo, a valorização da beleza, etc. tudo isso visando a maior glória de Deus.


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PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE ANGLICANISMO


Gostaria de compartilhar a todos um excelente estudo básico sobre Anglicanismo em forma de perguntas e respostas,elaborado por nossos irmãos Revmo. Beto Ofa e Ministro local,Frei Igor Lazari da D.R (Paróquia do E.Santo)
Estou certo que será edificante e muito esclarecedor!!
Seu servo em Cristo,+Rev.Renato Suhett,OFAC

Respondendo algumas perguntas sobre a IGREJA ANGLICANA… Nesta primeira parte responderemos 16 perguntas recorrentes:
1) O que quer dizer o termo ANGLICANO?
R. O termo ANGLO significa “inglês” ou “procedente da Inglaterra”, assim, a Igreja ANGLICANA é a religião oficial da Inglaterra que, durante o Século XIX, com as capelanias inglesas, se espalhou por todo o mundo conhecido.
2) A IGREJA ANGLICANA surgiu no Século XVI, com o rei Henrique VIII, só porque ele queria se divorciar e casar novamente? R. NÃO! A Igreja da Inglaterra não surgiu no Século XVI e, muito menos, porque o rei inglês desejava se divorciar. A IGREJA ANGLICANA é muito mais antiga e ninguém pode fundar o que já existe.
3) Quando, então, surgiu a IGREJA ANGLICANA?
R. A Igreja da Inglaterra surgiu no primeiro século da chamada era cristã. Por volta dos anos 70 d.C. temos vestígios da presença de cristãos nas Ilhas Britânicas (chamadas de Bretanha pelo Império Romano). Tanto que Tertuliano, no Século II, nos fala da presença de uma grande comunidade cristã na Bretanha.
4) Quem levou a fé cristã para as Ilhas Britânicas (Bretanha)?
R. Provavelmente comerciantes cristãos, soldados romanos convertidos ou mesmo cristãos fugidos da perseguição ocorrida na Gália (hoje França) e que buscaram refúgio nas praias da Bretanha. Seja como for, é uma presença que se fez por imigração e não por alguma missão especial da Igreja. Os cristãos andavam por todo o Império, e por onde iam, anunciavam o Evangelho e faziam crescer a Igreja.
5) A IGREJA ANGLICANA estava ligada à Igreja Católica Romana?
R. À Igreja Católica SIM, mas à Igreja Romana NÃO! Explicando: aqui em nosso país existe uma confusão entre os termos CATÓLICA e ROMANA. O termo CATÓLICO(A) quer dizer UNIVERSAL. Antes do ano de 1.054, existia somente uma Igreja, ou seja, a Universal e, somente a partir desta data é que surgem duas igrejas: a que tem o Bispo de Roma como seu principal Bispo (daí o nome: Romana) e a que tem o Bispo, ou Patriarca, de Constantinopla como seu Bispo principal. Nesta data surgiram, assim, a Igreja Católica Romana e a Igreja Ortodoxa Grega. Uma tinha tradição latina e a outra tradição grega. Porém, desde aquela data, até hoje, existem igrejas que nunca tiveram nem o Patriarca de Constantinopla, nem o Bispo de Roma como seu Bispo principal. Resumindo: a Igreja da Inglaterra não surgiu, como outras igrejas locais, vinculada a nenhum destes dois Bispos, sendo parte da Igreja Universal, mas não submetida a nenhum Bispo romano ou constantinopolitano.
6) A IGREJA DA INGLATERRA tem alguma tradição própria?
R. SIM. A tradição inicial da Igreja da Inglaterra é aquela conhecida como TRADIÇÃO CELTA. Os celtas, habitantes das Ilhas Britânicas, foram os primeiros a aderir à fé cristã na Inglaterra. Sua principal característica está registrada no chamado RITO DE SARUM (uma liturgia própria dos cristãos celtas) e cuja estrutura básica era monástica. Sendo assim, como é característica do monasticismo a missão, o anglo- cristianismo surge com forte marca de evangelização, destacando-se entre os missionários: Patrício e Columba. Entretanto, mesmo sendo uma fé, digamos, autóctone, não vinculada a nenhum centro de poder do continente, sempre esteve presente nos Concílios da Igreja Universal, como, por exemplo, em 314, no chamado Concílio de Arles, na França e, muito provavelmente, ao Concílio de Nicéia, em 325, pois se submeteu a todas as decisões deste importante concílio da fé cristã.7) A IGREJA ANGLICANA ficou resumida à Bretanha neste período inicial?
R. Sendo sua estrutura básica a monástica ela foi altamente missionária, expandindo-se além das fronteiras do Império Romano, ou seja, para a Irlanda e a Escócia, atingindo o que se chama de Grã-Bretanha. Tanto que, quando a Grã-Bretanha foi, ao início do Século V, invadida pelos bárbaros, o cristianismo local sobreviveu justamente por refugiar-se nas montanhas (do hoje chamado País de Gales) e na Ilha de Iona (na hoje Escócia). Continue lendo
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ENTENDA O QUE É O CREDO E SUA IMPORTÂNCIA


 

Credo

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credo é uma fórmula doutrinária ou profissão de féNo Catolicismo, também é conhecido como símbolo dos apóstolos. A palavra tem origem na palavra credo que significa creio.

O credo era a princípio uma proclamação batismal enunciada pelo catecúmeno, contendo as proposições objeto da fé na qual estava sendo admitido o batizado. Em 325, passou a ser uma síntese dos dogmas da fé promulgada pela autoridade eclesiástica, através do Concílio de Nicéia (I). A primeira formulação do tipo credo encontra-se no original de uma carta (c. 325) do bispo Marcelo de Ancira. De uma tradução, com algumas alterações, do credo de Ancyra se deriva o credo latino ainda hoje adotado (veja Panarion).

Existem outras variações do credo: o de Santo Atanásio de Alexandria (295-373), o da Igreja bizantina (381), egípcia (370), o de Justino Mártir (150), o Credo Niceno e outros. 


Credo Niceno-Constantinopolitano

Ver artigo principal: Credo Niceno-Constantinopolitano

Credo Niceno-Constantinopolitano, ou o Ícone/Símbolo da Fé, é uma declaração de fé cristã que é aceite pela Igreja Católica, pela Igreja Ortodoxa Oriental, pela Igreja Anglicana e pelas principais igrejas protestantes. O nome tem a ver com o Primeiro Concílio de Niceia (325), no qual foi adaptado, e com o Primeiro Concílio de Constantinopla (381), onde foi aceita uma versão revista. Por esse motivo, ele pode ser referido especificamente como o Credo Niceno-Constantinopolitano para o distinguir tanto da versão de 325 como de versões posteriores que incluem a cláusula filioque. Houve vários outros credos elaborados em reacção a doutrinas que apareceram posteriormente como heresias, mas este, na sua revisão de 381, foi o último em que as comunhões católica e ortodoxa conseguiram concordar em todos os pontos.

Original em grego:

Πιστεύω είς ενα Θεόν, Πατέρα, παντοκράτορα, ποιητήν ουρανού καί γής, ορατών τε πάντων καί αοράτων. Καί είς ενα Κύριον, Ίησούν Χριστόν, τόν Υιόν του Θεού τόν μονογενή, τόν εκ του Πατρός γεννηθέντα πρό πάντων τών αιώνων. Φώς εκ φωτός, Θεόν αληθινόν εκ Θεού αληθινού γεννηθέντα, ού ποιηθέντα, ομοούσιον τώ Πατρί, ού δι ‘τά πάντα εγένετο. Ημάς τούς ανθρώπους καί διά τήν ημετέραν σωτηρίαν κατελθόντα εκ τών ουρανών καί σαρκωθέντα εκ Πνεύματος ‘Αγίου Τόν δι’ καί Μαρίας τής Παρθένου καί ενανθρωπήσαντα. Επί Ποντίου Πιλάτου καί παθόντα καί Σταυρωθέντα τε υπέρ ημών ταφέντα. Καί αναστάντα τή τρίτη ημέρα κατά τάς Γραφάς. Καί ανελθόντα είς τούς ουρανούς καί καθεζόμενον εκ δεξιών τού Πατρός. Καί πάλιν ερχόμενον μετά δόξης κρίναι ζώντας καί νεκρούς, ού τής βασιλείας ουκ εσται τέλος. Καί είς τό Πνεύμα τό ¨ Αγιον, τό Κύριον, τό ζωοποιόν, τό εκ τού Πατρός εκπορευόμενον, τό σύν Πατρί καί Υιώ συμπροσκυνούμενον καί συνδοξαζόμενον, τό λαλήσαν διά τών Προφητών. Είς μίαν, αγίαν, καθολικήν καί αποστολικήν Έκκλησίαν. ‘Ομολογώ εν βάπτισμα είς άφεσιν αμαρτιών. Προσδοκώ ανάστασιν νεκρών. Καί ζωήν τού μέλλοντος αιώνος. Άμήν.

Versão em português:

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis.

Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigénito de Deus, gerado do Pai desde toda a eternidade, Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai; por Ele todas as coisas foram feitas. Por nós e para nossa salvação, desceu dos céus; encarnou por obra do Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e fez-se verdadeiro homem. Por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; sofreu a morte e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras; subiu aos céus, e está sentado à direita do Pai. De novo há-de vir em glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim.

Creio no Espírito Santo, o Senhor, a fonte da vida que procede do Pai; com o Pai e o Filho é adorado e glorificado. Ele falou pelos profetas.

Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica. Professamos um só baptismo para remissão dos pecados. Esperamos a ressurreição dos mortos, e a vida do mundo que há-de vir. Amém.

Versão em Latim :

Credo in unum Deum, Patrem omnipoténtem, Factórem cæli et terræ, Visibílium ómnium et invisibílium. Et in unum Dóminum Iesum Christum, Fílium Dei Unigénitum, Et ex Patre natum ante ómnia sæcula. Deum de Deo, lumen de lúmine, Deum verum de Deo vero, Génitum, non factum, consubstantiálem Patri: Per quem ómnia facta sunt. Qui propter nos hómines et propter nostram salútem Descéndit de cælis. Et incarnátus est de Spíritu Sancto Ex María Vírgine, et homo factus est. Crucifíxus étiam pro nobis sub Póntio Piláto; Passus, et sepúltus est, Et resurréxit tértia die, secúndum Scriptúras, Et ascéndit in cælum, sedet ad déxteram Patris. Et íterum ventúrus est cum glória, Iudicáre vivos et mórtuos, Cuius regni non erit finis. Et in Spíritum Sanctum, Dóminum et vivificántem: Qui ex Patre Filióque procédit. Qui cum Patre et Fílio simul adorátur et conglorificátur: Qui locútus est per prophétas. Et unam, sanctam, cathólicam et apostólicam Ecclésiam. Confíteor unum baptísma in remissiónem peccatorum. Et exspecto resurrectionem mortuorum, Et vitam ventúri sæculi. Amen.


Credo apostólico

Segundo uma antiga tradição, os doze apóstolos, reunidos em Jerusalém, teriam estabelecido em comum os rudimentos da nova fé, cada um ditando seu artigo. Essa versão era recitada pelos novos cristãos no momento do Batismo, e ficou conhecida como credo apostólico.


Oração do “Creio”

Credo in Deum Patrem omnipotentem,

creatorem coeli et terrae,

et in Iesum Christum,

Filium eius unicum,

Dominum nostrum,

qui conceptus est de Spiritu Sancto,

natus ex Maria Virgine,

passus sub Pontio Pilato,

cruxifixus, mortuus et sepultus,

descendit ad inferno (vel ad inferos),

tertia die resurrexit a mortuis,

ascendit ad coelos,

sedet ad dextram Dei Patris omnipotentis,

inde venturus est iudicare vivos et mortuos,

Credo in Spiritum Sanctum,

sanctam Ecclesian catholicam,

sanctorum communionem,

remissionem peccatorum,

carnis resurrectionem,

et vitam aeternam.


Creio em Deus Pai, todo-poderoso,

Criador do céu e da terra.

E em Jesus Cristo,

seu único Filho

nosso Senhor.

Que foi concebido pelo poder do Espírito Santo,,

nasceu da Virgem Maria,

padeceu sob Pôncio Pilatos,

foi crucificado, morto e sepultado,

desceu à mansão dos mortos,

ressuscitou ao terceiro dia,

subiu aos Céus

está sentado à direita de Deus Pai Todo-Poderoso,

donde há de vir julgar os vivos e mortos.

Creio no Espírito Santo,

na Santa Igreja Católica,

na comunhão dos santos,

na remissão dos pecados,

na ressurreição da carne,

na vida eterna.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.